quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Carnes!!! El Negro e Toro (e serviços que precisam melhorar).

Pessoas,

ocorreu de ir comer carnes gostosas nesses restaurantes lindos em duas ocasiões próximas. Então vai aqui um post único com os registros rápidos de cada experiência.

El Negro

Fomos ao El Negro do Lago Sul. Atendimento ótimo! O marcante pra mim desse dia foi que resistimos às batatas e pedimos de acompanhamento legumes (abobrinha, berinjela, palmito) grelhados e brócolis com aspargos. Ou seja, legumes e legumes.

Foi muito bom. A carne reinou e não pesou. Farofa de ovos e batatas de forma geral são coisas de Deus, mas, depois de comê-las com uma carne parruda, eu sempre penso em deitar e não levantar nunca mais. Pra mim, meio que acabou o dia.

Então, se tá a fim de uma carnezona decente, mas deseja aquela leveza necessária a quem tem compromisso pós comida, fica a dica.



Defeito (GRAVE) do dia: o centro da carne estava frio.

Não gente, não pode, não dá. Pô, carne cara, vinho caro, legumes caros, tudo caro, pra carne vir fria no centro? Não reclamei porque não queria que esquentassem a carne novamente, e não ia criar caso pra me darem outra carne nova...preguiça, demoro pra voltar, chamo a atenção antes do pedido se voltar. Mas, enfim, foi isso.

Toro

Acabo de chegar do Toro, na Asa Sul. Por isso esse post rapidinho, antes de ir cuidar da vida :-)

Ambiente lindo, atendimento ótimo, com exceção de um deslize feio da casa (explico abaixo).

Pedimos uma "salada da manú", porção média por uns R$ 45,00. A salada é composta por alface americana, rúcula, presunto de Parma, lascas de parmesão, muçarela de búfala, abobrinhas e berinjelas assadas, tomate seco, tomate cereja, azeitonas pretas e verdes, cebola roxa e alho crocante, com aceto balsâmico e azeite.

A salada é cara, mas achei que valeria pelos ingredientes caros. Olha, a bicha é parruda, mas os ingredientes caros e que dão o charme da salada são bem raros naquele mar de alface e azeitona que é o que realmente dá corpo à salada. Gostosa, mas com custo-benefício duvidoso.



Pedimos também uma porção de batata frita com alho, que estava linda (não comi), e esqueci de fotografar. Apesar de estar sendo bombardeada na mesa, o papo tava bom (né Gleice e Andreza? Willian tava sendo bombardeado também).

De carne, um bife ancho de 350g (R$ 73,00) e um Ojo de Piazzola (miolo do ancho, 250g por R$ 67).

Daí que lançaram errado o pedido do bife ancho, e chegou uma porção de 700g na nossa mesa. Informamos que tínhamos pedido a de 350g. Perguntaram se a gente não queria ficar com a de 700g, porque o preço até compensava. Dissemos que não.

Sabe o que eles fizeram?

Pousaram o bife ancho de 700g na mesa, prontinho para ser serviço, pegaram uma faca, cortaram metade da carne e a levaram embora, deixando os 350g, que havíamos pedido, lá.

Oi???

Foto da parte da carne que ficou na mesa:



Eu tenho um defeito do qual queria muito me livrar, mas que às vezes concluo que ele segue comigo pra me proteger, porque senão eu iria ser impossível. O tal defeito é não conseguir pensar rápido nos momentos em que estou chocada.

E eu fiquei chocada ao ver o Toro partindo metade da carne, em cima da mesa, pra levar de volta pra não sei onde. Pra fazer não sei o quê.

Depois de 2 respirações profundas, eu consegui dizer: "essa é a definição de mesquinharia". 

Se a diferença entre o valor da carne de 350g  e de 700g é pouca para nós clientes, imagina para eles.

Se a carne já está pronta, faça uma cortesia e deixa esses 350g aí na mesa. Eles só tinham a ganhar com a gentileza.

E o mais importante: se eles não querem servir maior quantidade do que a pedida pelo cliente, de graça, e sim, eles têm totalmente esse direito, separe as carnes na cozinha, dê um jeito de parecer que a carne não foi mexida e a traga linda e maravilho pra mesa. Porque é isso que eu espero do serviço do Toro. Mas do jeito que foi, foi triste!

Se eu não tivesse o defeito confessado lá em cima, eu deveria dizer era: "traga uma balança pra gente conferir o peso"; ou: "você partiu, eu escolho a metade. É a regra da vida."

Né?

Beijocas. Vanessa.

sábado, 28 de novembro de 2015

Europa em tempos de crise: é possível (2015)

Pessoas,

há quanto tempo não passo aqui!!!!!! A vida tá corrida. É muito encontro e muita vivência para serem agendados com algumas "obrigações". Resultado: blog esquecido :-/ Fico numa sofrência por abandonar o blog, mas daí percebo que não posso abraçar o mundo. Aí passa. Mas volta. Forever (young I wanna be).

Bom. Mesmo com tempo curto, sempre cabe uma viagem na agenda. Porque, né? Viagens, meu sonho de consumo. A última foi para a Europa. Um roteiro massa e lindo na Escócia, Irlanda, País de Gales e Inglaterra. E a pergunta que mais respondemos sobre essa viagem foi: nesses tempos de dólar a 4 realidades, onde vocês venderam um rim para pagar essa viagem?

Então, esse post vai ser pra mostrar que, mesmo em tempos de crise, é possível fazer uma viagem bacana. Ainda que seja em libras. Ou, talvez, principalmente se for em libras. Explico isso daqui a pouco.

Antes de tudo, falando sobre viagens possíveis  em tempos de crise, é claro que as compras estão fora de cogitação.  Tudo que será falado aqui, é considerando que compras não estão nos planos.

A primeira coisa que você deve avaliar é que tipo de viajante você é. Se for do tipo esbanjador, do tipo "tô de férias, quero todo o conforto do mundo, e não aceito 'não' nas férias", pode ser que, pra você, realmente seja bastante caro viajar em tempos de crise. Porque, pensando por onde andei (a moeda era quase sempre libra, que batia nos 6 reais), uma garrafinha de água saia a 12 reais, um cafezinho 18, um pedaço de bolo com chá 30, um pint de cerveja 30, um prato em restaurante regular 60, uma paradinha na Starbucks 40, passagem de ônibus/trem/metrô para trechos pequenos, a partir de 12.

Esses penduricalhos durante os dias encarecem a viagem, e a gente nem se dá conta. É 1 libra ali, 2 aqui, 3 acolá, mais 2, e aí 3 de novo, outros 2, um café, uma lembrança, um sorvetinho, mais 2 libras não sei de que. Multiplica isso por 6 no fim do dia, e depois pelos 20 dias que passamos fora. Faz diferença.

Por outro lado, se você não se importa em fazer uma viagem econômica, com menos luxos mas ainda um pouco confortável, gosta de andar a pé, não se importa de comer em casa e nem de programar os lanchinhos diários com um mínimo de antecedência, te digo com toda tranquilidade do mundo: pode ir!

O caso foi que, com poucas adaptações, conseguimos manter a planilha de custos bem próxima às planilhas das outras viagens. Claro que ajudou muito o fato de sermos viajantes econômicos (mas com a Starbucks nunca fui econômica...rsrsrsr. Foi coisa dessa viagem!), mas sem neuras. Se deu para trazer a garrafinha de água de água, beleza. Se não, compramos outra e ninguém sofre. Nessa viagem, porém, esquecer a garrafinha de água virava sofrência. Quem aguenta pagar 12 reais (2 libras, a libra estava 6 reais)  numa garrafinha de água sem sofrer? 

Sobre a água, basta você ter um recipiente para água, porque água de torneira é regra na Europa. Todo mundo bebe e o restaurante te oferece de graça. Acho que só devo ter comprado água 2 ou 3 vezes na vida por lá.

Pelo que percebi, o preço das passagens aéreas, hotéis e aluguel de carro acaba não variando muito. Até diminui, tendo em vista que a procura está menor (vê-se aí as promoções incríveis de passagens aéreas que andam rolando). O que pesa mesmo numa viagem é alimentação, transporte interno e atrações. 

Sobre a alimentação, comer na rua todo dia, toda hora, põe seu orçamento em risco. Como disse acima, uma cafezinho aqui, outro ali, um bolinho, cervejinha, etc e tal, e o dinheiro voa numa facilidade. Então, programe-se! A gente tomava o café da manhã em casa e quase sempre jantava também. Então, fazíamos uma refeição principal na rua. Os lanches também eram pensados e comprados nos mercados, levados na mochila, para evitar cair nas tentações do dia. E sempre garrafinha de água a tiracolo.

Para vocês terem idéia, nossos 4 dias de janta em Edimburgo custaram 7 libras. Para os dois! Alugamos um ap com cozinha e jantávamos em casa. Compramos no mercado uma bandeja com 10 hambúrgueres decentes (carne moída em formato de hambúrguer), que custou 4 libras, 1 kg de brócolis congelado (1 libra), 1 kg de seleta de legumes congelada (1 libra) e uma bandeja de cogumelos Paris (1 Libra). Daí, carne com legumes era a nossa janta de todo dia. Saudável, gostoso e muito barato. E ainda sobraram legumes.

Se a estadia era em hotel sem cozinha, aí a gente comprava um sanduíche de supermercado para a janta, descobria uma pizza barata. Enfim, tentava se virar. Se não desse, beleza, mas com um pouco de boa vontade sempre se acha um lugar em conta pra comer. O que não dava era pra ir em restaurante com serviço de mesa todo dia. 

O café da manhã também era em casa. O de sempre: ovos (amo ovos!!!), pão, chá/café, talvez aveia com iogurte. Outras vezes o café estava incluído na diária. Para os lanches, em regra, frutas, castanhas e chocolates. Comprados nos mercados, o preço era super bom e bastava uma ida ao mercado para resolver a estadia toda na cidade. 

O nosso grande "problema" em relação a alimentação nessa viagem foi a cerveja. Um pint custava em média 5 libras, 30 reais, num pub. Preço de bar descolado no Brasil. Também comprávamos para ter em casa/hotel. De longe, gastamos muito mais $ com cerveja que com comida e atrações. Mas, para a gente, cerveja é alimento e atração (principal). Então, valeu cada centavo, e ainda tínhamos a vantagem de ter vários tipos de cervejas diferentes. 

Como disse, não é barato e isso até tem uma vantagem: não beber taaaanto. Porque, beber o mundo e voltar pra casa, tendo o dia seguinte todinho para curtir ressaca, é uma coisa. Beber o mundo viajando e passar um dia de viagem em hotel de ressaca não é nada legal. O resultado foi que provamos mil tipos de cerveja, repetimos vários deles, mas não tivemos um dia de mal estar por conta disso. Foi ótimo.

E aqui fica outra dica: se você não bebe, já deixa de gastar um tanto e economizar de verdade! Ou, se preferir, pode riscar da sua lista as dicas de comer em casa e levar lanche e curtir a gostosura de sentar para um café/ché e um bolinho sem se preocupar com o preço.

Sobre o transporte, alugamos carro duas vezes (Irlanda e Inglaterra, para irmos para outras cidades). Dentro das cidades, andávamos a pé. Barato e saudável. Não há melhor meio para se conhecer a cidade. Precisamos pegar ônibus poucas vezes por causa da chuva, em Edimburgo, e em Cardiff porque nosso hotel era mais distante (escolhido por falta de opção). E aqui outra dica importante: para fins custos, localização de hotel é essencial. Quanto menos você precisar usar o transporte público, melhor. Então analise bem sua disposição para andar e as redondezas do hotel antes de reservar.  

Sobre as atrações. Lembram que falei lá em cima que dá pra fazer uma viagem bacana sem gastar muito principalmente se for em libras? Então, a explicação. O Reino Unido (e  Irlanda também) tem um costume incrível: a maioria das atrações é gratuita. Pagamos para entrar em pouquíssimas atrações, e fomos um museus, jardins botânicos, bibliotecas e outras atrações maravilhosas sem pagar nada. Conseguíamos manter os dias cheios de coisas para fazer. Aliás, tínhamos que escolher o que fazer gratuitamente. Uma beleza!!!

Vejam que não escrevi nada de inimaginável ou surreal sobre viajar barato. São atitudes bem básicas e que, às vezes, só falta coragem, organização e boa vontade para incorporar numa viagem.Cada um tem que parar e pensar qual a zona de conforto que considera importante. O que pode ser luxo pra mim é roots demais para alguns. E nessa ponderação é que você deve pensar se vale a pena viajar ou não. Em regra, pra mim sempre vale :-) O calo no meu sapato em relação à viagens é a segurança urbana. 

Beijocas. Vanessa.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Jambu

Pessoas,

feliz de quem trabalha perto da Vila Planalto, que tem restaurantes para todos os gostos, bolsos e humores. Mesmo trabalhando longe, dia desses fui conhecer o Jambu, do chef paraense Leandro Nunes e com cardápio curto e cheio de ingredientes da Amazônia e do cerrado. Ah, e também é dinâmico. O menu vai variando. Outra coisa legal: há indicação se o prato é sem glúten, sem lactose e vegetariano. Aliás, o Jambu é um deleite pra galera vegetariana.

Para almoço, tem menu executivo com 3 etapas (entrada, prato principal e sobremesa) e é difícil escolher as opções, pois, apesar de serem poucas, são bem diferentes e interessantes. O menu sai a R$ 59,00, ou R$ 84,00 se você optar pelo prato principal com camarão ou pato no tucupi. 

A casa oferece também o Gourmet Interativo que funciona assim: o comensal escolhe 8 ingredientes de uma lista de opções e o chef cria o jantar em 8 etapas. É necessário fazer a reserva com pelo menos 10 dias de antecedência, e a brincadeira custa R$ 140,00. Achei muito legal.


Vamos aos nossos pratos no almoço.

De entrada, Abóbora (abóbora, molho de abóbora, creme de gorgonzola, picles de maxixe e agrião) e Creme de couve-flor (creme de couve-flor com cogumelos salteados). Observem a fofurice da apresentação. Eu nem provei o creme de couve-flor do Vinicius, que o elogiou bastante, de tão empolgada que estava com a minha entrada de abóbora. O prato parecia um parque de diversões, cheio de surpresas, colorido, bonito. É super leve e o gorgonzola realçava a delicadeza da abóbora. Adorei!

Creme de couve-flor

Abóbora

Para os principais, fui de Tilápia (tilápia com crosta de açaí, purê de batata doce, ervilha torta e gel de limão), e Vinicius foi de Contrafilé (contrafilé com mousseline de cará, legumes salteados e molho de cebola e ervas). Eu não sei o que aconteceu com a foto do contrafilé. Tava lindo e gostoso demais! Era melhor que o meu, da foto abaixo, que já estava bem gostoso. Eu ando mega enjoada de tilápia, e acabei pedindo esse prato porque não queria pedir repetido e nem aumentar a conta. Mas valeu, porque a crosta de açaí deu personalidade pra tilápia, e o gel de limão com o purê de batata doce foi puro amor.

Tilápia

De sobremesa, Creme de Graviola (creme de graviola, creme de limão com majericão e pão de especiarias) e Creme de Cupuaçu (creme de cupuaçu com doce de beterraba, redução de aceto é farofa de telhas). Show de bola! Leves, saborosas, adocicadas, mas nem tanto. Aplausos pro Jambu!

Creme de graviola

Creme de cupuaçu

O atendimento foi ágil e gentil, o local é confortável e o único porém é onde estacionar.

Endereço: Vila Planalto. Avenida JK nº 02, em frente ao balão de entrada.
Horário de funcionamento: 2ª a 6ª, de 11k30 às 14h30 e 19h às 23h. Sábado de 12h às 15h e 19h30 às 23h30.
Telefone: (61) 3081-0900

Beijocas. Vanessa.

sábado, 25 de abril de 2015

Miami e Key West - Dez/2014.

Pessoas,

passamos a semana do Natal de 2014 numa viagem bacana em Miami e Key West. Foi uma boa oportunidade de viajar com parte da família, passar o Natal com eles, voltar à Miami (gosto de repetir lugares, a segunda vez é quase sempre melhor porque parece que a gente já tem o domínio da situação, mas, com tanto lugar novo para se conhecer, morro de dó de investir $ e tempo em lugar repetido) e conhecer Key West. Foram 3 noites em Key West e 5 noites em Miami. E foi maravilhoso! Com o dólar nas alturas, nos livramos da "obrigação" das compras e curtimos muito as duas cidades, sempre livres, soltos e, principalmente, leves. 

Key West

Chegamos no aeroporto de Miami por volta das 07h e, depois de imigração e tudo mais, alugamos o carro para ir pra Key West. Mas, antes de pegar a estrada mesmo, uma paradinha na Starbucks que era pro meu organismo físico e mental entrar no modo "férias" :-)


Sobre o carro. Eu tinha até feito reserva de um conversível, porque tem tudo a ver com a estrada sobre o mar que leva até Key West, e até para andar em Key West, cidade pequenina e onde se anda devagar, um conversível seria legal e tals. Mas três coisas me fizeram mudar de idéia: a) uma amiga disse que na estrada tem muito inseto, e que por causa deles viajou todo tempo com a capota fechada, e isso me fez lembrar as vezes em que andei de conversível em Brasilia e nunca achei bom, porque aquela ventania na cara e no cabelo (especialmente no meu cabelo que não tem a capacidade de voltar à forma anterior) não é confortável; b) eu optei por um hotel em Key West super bem localizado pra não ter que pegar carro pra nada; c) o preço. Daí, alugamos um econômico, que pros meus padrões era bem luxuosinho (Focus), super confortável, câmbio automático, todo cheio de firulas boas. O aluguel foi pela Dollar. Detalhe que o preço de reserva pela internet é sem os seguros, e eles não permitem alugar sem, de forma que o preço final do aluguel saiu por quase o dobro do preço da reserva ($413 o preço final)! Como a estrada entre Miami e Key West tem pedágio, junto com o aluguel do carro já compramos o SunPass, que é tipo o pagamento antecipado do pedágio e parece que é mais vantajoso. Não fiz as contas, mas a atendente garantiu que era bom negócio, além de que não seria preciso parar toda hora pra fazer pagamento com dinheiro no meio da estrada e tals.

A estrada até Key West. A estrada sobre o mar ligando as ilhotas é mesmo demais! Ela é cheia de atrativos e, se quiser, é possível passar um dia inteiro percorrendo os 260km, parando e curtindo a estrada. Tem muito locais para esportes aquáticos, restaurantes, mirantes, lojinhas. Usamos o GPS do app MAPS.ME (gratuito pelo android), que funciona off line, e foi muito útil para descobrir atrações na estrada. Não fizemos muitas paradas, não. Em um ou dois mirantes, para fotos, para almoçar no Burdines (um restaurante escondido e muito legal que descobrimos pelo MPAS.ME) e no famoso Bahia Honda State Park. Chegamos em Key West umas 17hs.





O restaurante Burdines fica na beira do mar e tem um deck delicioso. Ele fica acima de um posto de gasolina de barcos, tem comida maravilhosa e muita cerveja bacana. A conta com os dois pratos abaixo, duas cervejas, a vista maravilhosa, a brisa do mar e um atendimento super gentil ficou em $37.











O Bahia Honda State Park é um parque com entrada paga (uns $10 por pessoa), com várias praias, locais para piquenique, caminhadas, esportes aquáticos. Enfim, local pra passar o dia com a família e amigos. Estava cheio e o local é mesmo bem agradável. 







Foto sem filtro :-P



Uma feliz família reunida para o Natal. Não resisti e pedi foto :-)


Noiva fazendo fotos.
Hotel em Key West -  ficamos hospedados no hotel Cabana Inn Key West, reservado pelo booking.com e aprovadíssimo! A localização é excelente, colado na Duval (a rua point da cidade onde a diversão é garantida). Não precisa de carro pra nada (aliás, deixamos o carro num estacionamento público numa rua perto do hotel por dica do recepcionista). As acomodações são pequenos apartamento distribuídos numa casa muito legal. Os quartos eram super confortáveis, amplos, cama boa, banheiro com amenities de qualidade (amo isso!). A área externa comum era ótima pra relaxar, com cadeiras confortáveis, piscina tradicional e outra suuuper quente com hidromassagem. O café da manhã era show, com opções saudáveis e gostosas, além de uma máquina da Starbucks de café, chá e chocolate quente sempre à disposição dos hóspedes. Tudo de bom! Ah. E todos os dias tinha um happy hour de queijos e vinhos por volta das 17hs que, aliás, estava acontecendo na hora em que a gente chegou. Sem mais.



Key West é apaixonante. Pequena, descolada, liberal (mas decente), jovial, bonita, divertida. Cheia de bicicletas, motos, táxis rosa e galos. Sim, galos! Soltos pelas ruas, protegidos pela cidade, fotografados pelos turistas. Não deixem de conhecer Key West. Eu amei! Boa parte da cidade é coberta por wifi pública. 



















Fomos sem nada programado e reservamos alguns passeios por lá mesmo. Fizemos muitas coisas legais. Das coisas que mais fizemos foi....beber. Porque, né, sem precisar dirigir, sem compromisso, sem hora, e com todas aquelas opções de cerveja, não deu outra. Em key West é andar com garrafa de bebida aberta na rua. Se você comprar uma cerveja e quiser sair bebendo, terá que colocar num copo de plástico. 

O bar World of Beer tem sei lá quantas torneiras de chopp. Mas qualquer bar em Key West tem muita cerveja decente. A gente se acabou nas lupuladas americanas.




Sobre restaurantes, sei bem pouco. O que comemos mesmo foi petisco enquanto bebíamos :-)




Além de comer e beber, a gente também andou de jet ski, fizemos parasail, vimos pores do sol maravilhosos...segue as dicas nos tópicos abaixo.


  • Jet Ski: o passeio de volta na ilha de jet ski é bem tradicional em Key West. Fizemos com a Fury, reservando no dia anterior a noite num stand que fica na Duval, mas é possível reservar pelo site também. O passeio é divertidíssimo, lindo e vale muito a pena! Os jet skis são novos e os guias bem legais. Eu fui de carona (uma bursite no ombro me deixou receosa de não conseguir controlar o jet) e quase morri: o Vinicius achava que aquilo era feito para voar! Foi com bastante emoção.
  • Parasail: também fizemos com a Fury. Fizemos a reserva conjunta e rolou um descontinho. Cara, parasail é paz! É muito bom estar lá em cima vendo aquele oceano lindo e ouvindo nenhum barulho. Adorei demais!


  • Show de drag queen: isso mesmo! Na Duval tem mais de um local e é muito divertido. Fomos no Aqua. É um show de dublagem tosca, meio de comédia, bem decente. Elas brincam com a platéia, mas só "atacam" quem dá liberdade. É bem tranquilo. Pode ir sem medo.
  • Southern most point: é o ponto mais ao sul dos EUA, está a apenas 90 milhas de Cuba. É legal fazer a foto clássica, mas tem que ter disposição, porque é cheio, tem fila, etc e tal.

  • Por do sol do porto: a região do porto é muito legal. É bonita, cheia de gente, tem comércio, estátuas, artistas de rua querendo uns trocados. Vale a pena passar um tempo lá. E, claro, não deixe de ver o por do sol de lá. É obrigatório!!!







Key West foi isso. Uns 3 dias por lá revigoram. Super recomendo demais :-)

Miami

Dessa vez, eu gostei muito de Miami! Razões:


  • ficamos em Downtown, no hotel Yve, muito confortável e bem localizado. Miami Beach, onde ficamos da outra vez, me deixou um pouco assustada, porque a parte do bairro pela qual posso pagar é cheio de moças com camisas escrito Miami Bitch e caras muito grandes cheios de joias douradas. É um estilo de vida que, definitivamente, não combina com a gente. É muita ostentação.
Vista do nosso quarto!


  • não alugamos carro, andamos muito a pé e usamos o transporte público. Ao contrário de muita gente, eu acho libertador não ter que dirigir, estacionar e me preocupar com carro. Pra mim, vantagem é entrar num transporte, observar o caminho da janela e descer no local que me interessa sem me preocupar com mais nada. Claro que para algumas coisas o carro é vantajoso e, de fato, nós precisamos de um em um dos dias. Mas na maior parte das vezes, andamos a pé, de ônibus e de metrô. Aliás, dá pra ir e vir do aeroporto de metrô, sabiam? Baratinho e eficiente. Procurem no google que tem o caminho das pedras.






  • fomos no museu Wolfsonian. Não é fantástico, mas é legal e a entrada é baratinha. O museu é sobre evolução social, histórica e tecnológica associado á arte e ao design.




  • fomos em dois jogos: um da NBA e outro da NFL. Foi super demais, como sempre. Como eles são bons em espetáculos! E nós somos pé frio. Os times da casa para os quais torcemos,  Miami Heat e Miami Dolphins, perderem.




Americanos curtindo um barbecue no estacionamento fora do Sun Life Stadium




  • encontramos, por absoluto acaso, Guga, Pat e Eric e tivemos ótimos  momentos.


  • comemos e bebemos muito bem na Pizza Rustica (gigaante, barata e gostosa), Smith & Wollensky e no Biscayne Tavern, pub com umas 8 torneiras que ficava no térreo do nosso hotel. Para e pensa no estrago financeiro e hepático.








  • curtimos bem o South Point Park, local excelente para caminhar e ver gente bonita feliz praticando atividade física, crianças brincando, gatos, iguanas gigantes, contemplar o mar...


Só lembrava de Dexter quando passava na frente da Marina :-)







E Miami foi assim! Bem legal.

Beijocas. Vanessa.